Coisas para não fazer nas redes sociais na paróquia

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A comunicação é uma parte essencial do serviço paroquial. Além do ambiente real da igreja, o contato com os crentes é necessário e muitas vezes um desafio. Você deve considerar com quem se comunicar, quem e como se comunicar e encontrar as ferramentas certas para se comunicar.

Portanto, cada vez mais as redes sociais têm se mostrado importantes aliadas na divulgação da informação da diocese. Por meio dessas atividades, a comunidade pode se aproximar dos acontecimentos da igreja, e a mensagem da igreja pode ser mais prática e comunicada rapidamente a todos.

Porém, para garantir a eficácia de todo o processo, é necessário estar atento a diversos fatores. Aparecer nas redes sociais não é mais uma questão de escolha. Portanto, além de buscar treinamento para entender e aproveitar melhor os recursos disponibilizados, o domínio das informações pessoais é o primeiro passo.

Porém, para garantir a eficácia de todo o processo, é necessário estar atento a diversos fatores. Aparecer nas redes sociais não é mais uma questão de escolha. Portanto, além de buscar treinamento para entender e aproveitar melhor os recursos disponibilizados, o domínio das informações pessoais é o primeiro passo.

Falta de informações e atualizações

Ninguém está interessado em informações incorretas, certo? Primeiro, se os dados estiverem corretos, você precisa verificar o status das informações do arquivo de configuração. Informações pessoais incompletas e desatualizadas não trarão nenhum benefício para a comunidade. Ao contrário, isso pode confundir os fiéis em busca de informações e dificultar o processo de comunicação com os paroquianos. Na busca de fiéis, perguntas como horários de grupos, datas de eventos especiais, endereços e telefones são, sem dúvida, muito frequentes. Portanto, eles precisam ser evidências na rede social da diocese.

Falta de plano

Se você planejar com antecedência, cada ação terá mais chances de sucesso. A mídia social não é exceção. Claro, em alguns casos, você precisa se comunicar com a comunidade imediatamente. Porém, essas mensagens podem até ser consideradas para se comunicar da melhor forma para atingir o público desejado.

Além disso, por exemplo, organizar o conteúdo que será publicado na rede social da diocese dentro de um mês é uma forma de garantir que todas as informações necessárias sejam transmitidas. Por meio da programação de planejamento anual, é possível selecionar os eventos mensais que devem ser divulgados para a elaboração do conteúdo.

Se você não planeja transmitir o conteúdo na rede social da diocese, mas apenas publicar mensagens aleatórias todos os dias, com certeza lançará as redes sociais da comunidade no caos!

Conteúdo insuficiente

Para além do planeamento da organização, conteúdos interessantes também ajudam a garantir a participação do público e da comunidade na rede social paroquial. Isso não é apenas para espalhar notícias sobre o que vai ou vai acontecer na igreja, mas para ir além e fornecer aos paroquianos um conteúdo verdadeiramente relevante que evangeliza o evangelho e leva espiritualidade a um ambiente que muitas vezes não conduz à fé.

Para isso, você pode compartilhar o conteúdo de outros materiais católicos, como o Vaticano News (o portal oficial do Vaticano). No entanto, devemos também promover um conteúdo local cuidadosamente elaborado por líderes, pastorais e párocos para revelar e valorizar o trabalho realizado pela própria comunidade.

Perfis sem conteúdo não serão adicionados. Alimentar os fies com palavras da Sagrada Escritura, espalhar boa nova, contar as histórias dos santos da igreja e espalhar as boas ações feitas na vida diária da paróquia são possibilidades para aproximar a igreja e os paroquianos por meio da mídia digital.

Falta de checagem da informação

Ao compartilhar conteúdo em redes sociais, você deve verificar a fonte das informações para garantir a veracidade desse conteúdo. Na era das notícias falsas, a igreja também se tornou vítima de notícias falsas, divulgadas por quem quer prejudicá-la aos Quatro Ventos, e difundida por quem não verifica seu conteúdo antes de continuar a divulgá-lo. Portanto, apenas copiar as informações de outras pessoas sem uma boa inspeção é um movimento perigoso. Cada compartilhamento requer muito cuidado e responsabilidade.

Recomenda-se também padronizar o conteúdo gerado para dar mais credibilidade e profissionalismo ao perfil. Da linguagem utilizada à arte da postagem, todas comunicam de forma positiva ou negativa. O primeiro passo é criar uma identidade visual com fontes e padrões de cores para a Paróquia. Postagens aleatórias sem qualquer padrão não terão um bom impacto e, portanto, podem impedir a comunicação com os fieis.

Gerenciamento de respostas

Finalmente, depois que todas as medidas foram tomadas para alcançar uma boa gestão das redes sociais da diocese ou paroquia, portanto, a participação da comunidade, é necessário realizar um monitoramento frequente de todas as redes sociais. Responder rapidamente às dúvidas enviadas e retornar mensagens nos comentários são tarefas diárias dos responsáveis ​​pela manutenção das mídias digitais comunitárias.

Um retorno fracassado, especialmente em um ambiente de Internet (tão fácil de acessar e interagir), causará imediatamente insatisfação e pode fazer com que os fieis que se sintam participantes ou negligenciados de alguma forma se afastem. Seja pessoal ou digital, o mais importante é continuar a obra de evangelização, que é a função do batismo para todos nós. Portanto, é preciso buscar sempre inovar para alcançar o propósito de acreditar nos fiéis, e levar ao mundo a mensagem de amor e fé da igreja cristã!

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